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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Desmatamento


A exploração inadequada dos recursos naturais, sem um plano de manejo adequado, tem causado a extinção de centenas de espécies da fauna brasileira. De acordo com a nova lista do Ibama, lançada no dia 22 de maio de 2003, existem cerca de 400 espécies em vias de extinguir-se, e 8 já extintas. Essa lista foi revista e atualizada em parceria com a Fundação Biodiversitas e Sociedade Brasileira de Zoologia, com o apoio da Conservation International e do Instituto Terra Brasilis.

Isso significa uma perda irrecuperável para o patrimônio natural brasileiro, considerado o mais biodiverso do mundo. Grande parte destas extinções acontece devido a alterações no habitat destes animais, como mudanças em cursos de rios, desmatamento excessivo e à captura e posterior venda ilegal de animais silvestres.

A nova "lista vermelha" mostra que o número de animais em risco de extinguir-se quase dobrou. Seria uma grande alegria para a natureza que acontecesse justamente o contrário: que ela estivesse cada vez mais reduzida, na contramão da crescente desordem natural que domina o mundo.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Aumento no Nível do Mar

Em relação ao nível do mar, o estudo observou uma tendência de aumento do nível do mar da ordem de 40 centímetros por século ou quatro milímetros por ano. As conseqüências desse possível aumento poderão, segundo o estudo, atingir as cidades litorâneas e 25% da população brasileira, ou seja, 42 milhões de pessoas que vivem na zona costeira, sendo que a cidade do Rio de Janeiro é uma das mais vulneráveis, juntamente com a Ilha do Marajó.

Em relação à temperatura, a pesquisa diz que o aumento da temperatura média no ar pode chegar até 4 graus acima da média em 2100. O estudo fala ainda da probabilidade de maior redução de chuvas na Amazônia e no Nordeste.

Os outros oito estudos mostram respectivamente dos efeitos da elevação do nível do mar nas bacias de Santos e São Vicente, em São Paulo; os efeitos das mudanças climáticas na Ilha dos Marinheiros, situada na Laguna dos Patos, no Rio Grande do Sul; um diagnóstico sobre as alterações do nível das águas em ecossistemas do Rio Grande do Sul por meio da análise da vegetação e de pequenos invertebrados.

domingo, 29 de junho de 2008

Lixo


A produção de resíduos é inerente à condição humana. Cada pessoa produz cerca de 300 quilos por ano e como um processo inexorável, tornou-se um problema de difícil resposta, que exige a reeducação e comprometimento do cidadão. O que acontece com o lixo depois que é jogado na lixeira? O que se faz com as toneladas de lixo recolhido diariamente?
Não há como não produzir lixo, mas podemos diminuir essa produção reduzindo o desperdício, reutilizando sempre que possível e separando os materiais recicláveis para a coleta seletiva.
O que pode ser feito:
A maior parte do que jogamos fora não é sujo, fica sujo depois de misturado. Separando os materiais que podem ser reciclados, a quantidade de lixo a ser coletado é muito menor.Embalagens: ao comprar qualquer produto, não utilize várias embalagens (caixa + sacolinha + embrulho + sacolão + fitinha + etc.) Não desperdice!

O tempo que a natureza leva para decompor alguns dos produtos...

Papel: de 3 a 6 meses;iltro de cigarro: 5 anos;
Chiclete: 5 anos;
Pano: De seis mêses a um ano;
Madeira pintada: 13 anos;
Nylon: mais de 30 anos;
Plástico: mais de 100 anos;
Metal: mais de 100 anos;
Borracha: tempo indeterminado;
Vidro: 1 milhão de anos.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

De Quem é a Culpa?

TODOS NÓS TEMOS O COSTUME DE SEMPRE COLOCAR A CULPA EM OUTRAS PESSOAS, SEM ASSUMIR A NOSSA PRÓPRIA RESPONSABILIDADE, MEDIANTE AOS FATOS. E SOBRE O MEIO AMBIENTE, NÃO É DIFERENTE, POIS SOMENTE NÓS, PODEMOS MUDAR ALGUMA COISA, JÁ QUE SEREMOS UM DOS PRINCIPAIS ATINGIDOS PELOS NOSSOS PRÓPRIOS ERROS, QUE AINDA PODEM SER CORRIGIDOS, SE DEIXARMOS DE SER TÃO ACOMODADOS!

Texto criado por: Bruno S.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Queimadas na Amazônia


O numero de queimadas na Amazônia apresenta uma tendência constante de crescimento ao longo dos anos, nitidamente a partir de 1996, mas com variações interanuais determinadas pelas condições climáticas. O ano de 1994 foi marcado por uma redução significativa das queimadas devido a uma combinação de situação econômica e condições climáticas desfavoráveis. Já o ano de 1997, até o início de 1998, foi marcado por um grande aumento das queimadas que culminaram com um episódio inédito e de grande repercussão com os incêndios no Estado de Roraima, e de lá pra cá, as queimadas só aumentam.
As queimadas da Amazônia, de acordo com a organização não-governamental Iniciativa Verde, respondem por aproximadamente 70% das emissões brasileiras de gases do efeito estufa. “O mais urgente, em questão de mudança climática, é estancar as queimadas na Amazônia a qualquer custo. É inadmissível que o país tenha essa postura indolente em relação a um crime ambiental dessa monta”, reivindica o diretor da Iniciativa Verde, Osvaldo Martins.
Mesmo com toda essa queda no nível de queimadas, as pressões de fora em cima do Brasil devem aumentar, porque a área da floresta perdida é muito grande. No ano de 2004, a mata da região já tinha perdido área do tamanho do Estado de Sergipe e, agora, para piorar as coisas, foi descoberta, entre o Estado do Pará e o Maranhão, uma área do tamanho do Estado de São Paulo devastada, segundo denúncias da Imprensa. Além do mais, quem visitar a região noroeste e nordeste do Estado do Pará, principalmente municípios como Paragominas, Goianésia e Tailândia ficará assustado, porque, à noite, a visibilidade nesses municípios assusta: muita fumaça, devido às queimadas.

sábado, 15 de dezembro de 2007

Nada de consciência...

O homem vem ao longo do tempo agindo como transformador da natureza, sem preocupar-se em manter limpo o que encontrou limpo. Num processo crescente de consumismo, vai mudando a história de uma região, o que eram "verdes pastagens " hoje talvez não passe de uma "lavoura de garrafas PET ". Partindo da necessidade crescente de buscar a evolução conquistando então maior qualidade de vida, vários métodos são desenvolvidos, introduzindo no meio ambiente consciência, mudanças e finalmente uma realidade melhorada. O homem faz parte de uma sociedade organizada, sua relação com a natureza é parte integrante da cultura desenvolvida e praticada no meio em que vive. A natureza não deve ser vista pelo homem como objeto de manipulação e sim como veículo de aprendizagem onde preservar o meio ambiente é sinônimo de responsabilidade e crescimento. Muito tem sido falado sobre consciência ecológica, no entanto, pouco tem se concretizado, acreditamos porém que ações integradas, onde a valorização da natureza o respeito a cidadania e o gerenciamento adequado aos problemas ambientais são alternativas que tem-se incorporado aos sistemas de gestão municipal, e que tem dado resultados econômicos viáveis.

Fonte: UFRGS